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		<title>Spirulina – o alimento do futuro!</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem ainda não conhece as propriedades benéficas deste alimento funcional&#8230;vale a pena ! Spirulina – o alimento do futuro! Cyanophyceae: Nostocales: Oscillatoriaceae Spirulina sp. Family: Trichome (filamentous structure) lacks heterocysts; with equal diameter throughout whole length; no hair-like structure; no branching. Genus: (Illustrations of The Japanese Fresh-water Algae, 1977). Foto: http://protist.i.hosei.ac.jp/PDB/Images &#8230; ina_2b.jpg Spirulina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem ainda não conhece as propriedades benéficas deste alimento funcional&#8230;vale a pena !</p>
<p>Spirulina – o alimento do futuro!</p>
<p>Cyanophyceae: Nostocales: Oscillatoriaceae<br />
Spirulina sp.<br />
Family: Trichome (filamentous structure) lacks heterocysts; with  equal diameter throughout whole length; no hair-like structure; no  branching.<br />
Genus: (Illustrations of The Japanese Fresh-water Algae, 1977).<br />
<strong>Foto:</strong> <!-- m --><a href="http://protist.i.hosei.ac.jp/PDB/Images/Prokaryotes/Oscillatoriaceae/Spirulina_2b.jpg">http://protist.i.hosei.ac.jp/PDB/Images &#8230; ina_2b.jpg</a><!-- m --></p>
<p><img src="http://protist.i.hosei.ac.jp/PDB/Images/Prokaryotes/Oscillatoriaceae/Spirulina_2b.jpg" alt="Imagem" /></p>
<p>Spirulina são microalgas unicelulares primitivas azuis-esverdeadas  pertencentes à família Oscillatoriaceae. É um gênero de cianobactéria  filamentosa helicoidal.</p>
<p>Alimento funcional de largo espectro, a espirulina ganhou o status  de alimento do futuro quando se descobriu que produzia vinte vezes mais  proteína, por acre, do que a fava de soja. A espirulina fornece mais  nutrição, por acre, do que qualquer outro alimento já descoberto e  encontrado no planeta até os dias atuais, estimando-se  quantitativamente, os níveis protéicos, em 60 a 70% mais elevados do que  nos demais alimentos.</p>
<p>Possui excelente digestibilidade por não possuir parede celulósica.</p>
<p>Cerca de 70% da matéria seca contém proteínas. Além disso, há grande  concentração de vitaminas, minerais e outros nutrientes benéficos  presentes nessa alga que ainda atua como um potente superantioxidante,  antimutagênico e anticancerígeno. Estimulante imunológico em potencial,  inibe viroses e infecções e promove vitalidade.</p>
<p>Concentrações em torno de 3 a 10g/dia de espirulina, utilizada como  suplemento alimentar, fornecem extraordinárias quantidades de vitaminas  B12, do complexo B, (B1, B2, B6), A, C, D, E, H, e K, minerais  essenciais associados, carotenóides, ficocianinas, ácidos linolénicos,  enzimas digestivas, nutrientes vegetais e funcionais que tem efeito  bombástico na recuperação de organismos debilitados e desnutridos.</p>
<p>Este alimento está sendo pesquisado, atualmente, para o uso em  sistemas de sustentação de vida bioregenerativa, para alimentar seres  humanos em exploração do espaço cideral. Sabe-se que apresenta excelente  digestibilidade e 85% das proteínas contidas pode ser absorvida pelo  organismo humano.</p>
<p>Nome botanico &#8211; Spirulina maxima<br />
Famiglia &#8211; Cyanophyta<br />
Descrizione &#8211; Piccola alga monocellulare con forma a spirale. E&#8217; diffusa soprattutto nelle acque dolci con temperatura mite.<br />
Parte utilizzata &#8211; L&#8217;alga intera<br />
Principi attivi &#8211; Proteine, aminoacdi, vitamine B, carotenoidi, acidi grassi essenziali.<br />
Attività principali &#8211; Ricostituente, tonica, apporto di proteine.<br />
Utilizzo &#8211; Magrezza, aumento massa muscolare, apporto di proteine.<br />
Avvertenze &#8211; Nessuna in particolare.<br />
Modalità d&#8217;uso &#8211; Polvere in capsule o compresse.<br />
<strong>Foto: </strong><!-- m --><a href="http://www.natural-space.com/public/spirulina.jpg">http://www.natural-space.com/public/spirulina.jpg</a><!-- m --></p>
<p><img src="http://www.natural-space.com/public/spirulina.jpg" alt="Imagem" /></p>
<p><strong>Fontes de pesquisa: </strong></p>
<ul>
<li>spirulina.org.uk/certified_ organic_spirulina.htm</li>
<li>www-micro-b.isunet.edu/ experiment.htm</li>
<li><a href="http://www.healthrevolution.co.za/">www.healthrevolution.co.za/</a> products/spirulina.htm</li>
<li>protist.i.hosei.ac.jp/&#8230;/ Spirulina_2b.html.</li>
<li><a href="http://www.nies.go.jp/biology/">www.nies.go.jp/biology/</a> mcc/strainlist_s.htm</li>
<li><a href="http://www.efdeportes.com/efd86/spirulin.htm">http://www.efdeportes.com/efd86/spirulin.htm</a></li>
<li><a href="http://www.plantamed.com.br/ESP/Spirulina_maxima.htm">http://www.plantamed.com.br/ESP/Spirulina_maxima.htm</a></li>
<li><a href="http://www.natural-space.com/">www.natural-space.com</a></li>
</ul>
<p><!-- w --><!-- w --> <!-- w --><!-- w --> <!-- m --><!-- m --> <!-- m --><!-- m --> <!-- w --></p>
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		<title>Você sabe o que são alimentos funcionais?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alimentos funcionais:  definição e regulamentação Por:  Patrícia de Carvalho Padilha Especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA e em Terapia Nutricional pela UERJ. Membro do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ Rosilene de Lima Pinheiro Nutricionista do INCA, especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA. Presidente do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ. Diante de uma idéia de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Alimentos funcionais:  definição e regulamentação </strong></p>
<p>Por:  Patrícia de Carvalho Padilha<br />
Especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA e em Terapia Nutricional pela UERJ. Membro do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ</p>
<p>Rosilene de Lima Pinheiro<br />
Nutricionista do INCA, especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA. Presidente do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ.</p>
<p>Diante de uma idéia de que os alimentos, caracterizados como uma  mistura de substâncias químicas, são responsáveis pelo fornecimento de  nutrientes essenciais, calorias e outros componentes fisiologicamente  ativos para a vida e a saúde, emergem evidências científicas acerca de  uma relação estritamente positiva entre a dieta e o seu papel no  controle e prevenção de doenças 1 .</p>
<p>O binômio dieta-saúde representa um novo paradigma no estudo dos  alimentos 1-3 . Portanto, neste contexto, surge a compreensão de que a  alimentação adequada exerce um papel além do que fornecer energia e  nutrientes essenciais, enfatizando também a importância dos  constituintes não-nutrientes, que em associação, são identificados pela  promoção de efeitos fisiológicos benéficos, podendo prevenir ou retardar  doenças tais como as cardiovasculares, câncer, infecções intestinais,  obesidade, dentre outras 1,2 .</p>
<p>Deste modo, os alimentos que contêm estas propriedades são  denominados alimentos funcionais, nutracêuticos, alimentos planejados e  outros sinônimos correlatos. Entretanto, o termo que melhor se adequa a  categoria de alimentos fisiologicamente ativos é alimentos funcionais,  considerando que “cêutico” recorda medicamentos e “planejados” sugere  artificial ou sintético 1 .</p>
<p>O conceito de alimentos funcionais é amplo, e defende a suposição de  que a dieta pode controlar e modular as variadas funções orgânicas,  contribuindo para a manutenção da saúde e reduzindo o risco de  acometimentos por morbidades 2 .</p>
<p>Atualmente, o efeito funcional de um alimento abrange não somente  aqueles que, além do enfoque nutricional, exercem ações promotoras para o  bom funcionamento do organismo, mas qualquer alimento ou ingredientes  alimentares benéficos para o funcionamento orgânico 2 .</p>
<p>Roberfroid, em uma definição mais abrangente, sugere que os  compostos bioativos, nutrientes ou não-nutrientes, contidos nos  alimentos, são elementos que atuam diretamente neste processo 2 . Assim,  o termo funcional (ou fisiológico) refere-se às conseqüências  favoráveis da interação entre um componente alimentar e uma função  orgânica, porém sem ser destinado a tratar ou curar doenças 4,5 .</p>
<p>A literatura referencia alguns critérios estabelecidos para  determinação de um alimento funcional, tais como: exercer ação  metabólica ou fisiológica que contribua para a saúde física e para a  diminuição de morbidades crônicas; integrar a alimentação usual; os  efeitos positivos devem ser obtidos em quantidades não tóxicas,  perdurando mesmo após suspensão de sua ingestão; e, por fim, os  alimentos funcionais não são destinados ao tratamento ou cura das  doenças 2 .</p>
<p>O processo para a regulamentação dos alimentos funcionais  diversifica-se mundialmente, variando de acordo com a legislação de cada  país. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)  propôs, em 1999, os regulamentos técnicos que estabelecem as diretrizes  básicas para análise e comprovação de propriedades funcionais e/ou de  saúde alegadas em rotulagem de alimentos, e o registro de alimentos, com  essas características em sua rotulagem, respectivamente através das  resoluções n.º 18 e 19, de 30/04/1999 6 .</p>
<p>De acordo com a definição contida nas presentes resoluções, para efeito do regulamento considera-se:</p>
<p>Alegação de propriedade funcional : é aquela relativa ao papel  metabólico ou fisiológico que uma substância (seja nutriente ou não)  terá no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções  normais do organismo humano 6 .</p>
<p>Alegação de propriedade de saúde : é aquela que afirma, sugere ou  implica a existência de relação entre o alimento ou ingrediente com  doença ou condição relacionada à saúde. Não são permitidas alegações de  saúde que façam referência à cura ou prevenção de doenças 6 .</p>
<p>Os principais alimentos funcionais são: fibras, ácidos graxos n-3,  fitoquímicos, peptídeos ativos (arginina e glutamina), prebióticos  (inulina e oligofrutose ou frutooligossacarídeo), e os probióticos  (lactobacilos acidófilos, casei, bulgárico e lactis) 2 .</p>
<p>É fato que a resposta do organismo à ingestão dos alimentos  funcionais é dependente de fatores genéticos, fisiológicos e dietéticos,  ou seja, decorrentes da interação dinâmica que ocorre entre a variedade  de constituintes da dieta 2 . Então, os resultados dos ensaios  experimentais e epidemiológicos sugerem que uma dieta rica em frutas,  vegetais e grãos podem potencializar esse processo 1,2 .</p>
<p>A ciência dos alimentos funcionais, apesar de bastante estudada e  evidenciada sua relevância clínica, ainda requer investimentos  científicos para melhor esclarecimento dos seus princípios ativos e/ou  efeito funcional de alguns de seus componentes bioativos 2 .</p>
<p>As tendências atuais priorizam na contextualização do processo de  qualidade em saúde, o enfoque à nutrição aperfeiçoada, objetivando  melhor qualidade de vida. Neste panorama os alimentos funcionais emergem  de forma bastante promissora, podendo prevenir ou retardar o início de  doenças crônicas e auxiliar, desta forma, na redução dos custos da  assistência à saúde 1 .</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: </strong></p>
<p>1. BIDLACK, W.R; WANG, W. Planejamento de alimentos funcionais. In:  SHILS,M.E et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença . 9  ed. Rio de Janeiro: Manole, 1999. p.1959-1970.</p>
<p>2. BORGES, V.C. Alimentos funcionais: prebióticos, probióticos,  fitoquímicos e simbióticos. In: WAITZBERG, D.L. Nutrição oral, enteral e  parenteral na prática clínica . 3. ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2000.  p.1495-1509.</p>
<p>3. KUCUK, O. New opportunities in chemoprevention. Cancer Investigation, v.20, n.2, p.237-245, 2002.</p>
<p>4. ROBERFROID, M. B. Functional effects of food components and the  gastrointestinal system: chicory fructooligosaccharides. Nutrition  Reviews , v.54 (suppl 2), p.38-42, Nov 1996.</p>
<p>5. DUGGAN, C.; GANNON, J.; WALKER, W.A. Protective nutrients and  functional foods for the gastrointestinal tract. American Journal of  Clinical Nutrition , v.71, p.861-872, 2000.</p>
<p>6. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 18, de 30  de abril de 1999 (republicada em 03/12/1999) e Resolução nº 19, de 30 de  abril de 1999 (republicada em 10/12/1999).Disponível em:&lt; <!-- m --><a href="http://www.anvisa.gov.br/">http://www.anvisa.gov.br/</a><!-- m -->&gt;. Acesso em: 10/08/2003.</p>
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		<title>Proteínas e energia na dieta alimentar dos peixes</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por:  Aristides Manso Figueiredo Junior. Proteínas são moléculas essenciais para a manutenção dos organismos vivos em atividade e possuem diversas propriedades e funções, tais quais as funções enzimática, imunológica, hormonal, estrutural, nutritiva, coagulante e de transporte de moléculas pela corrente sanguínea. A degradação da proteína fornece os aminoácidos essenciais para as funções vitais dos organismos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por:  Aristides Manso Figueiredo Junior.</p>
<p>Proteínas são moléculas essenciais para a manutenção dos organismos  vivos em atividade e possuem diversas propriedades e funções, tais quais  as funções enzimática, imunológica, hormonal, estrutural, nutritiva,  coagulante e de transporte de moléculas pela corrente sanguínea. A  degradação da proteína fornece os aminoácidos essenciais para as funções  vitais dos organismos. Pode-se mesmo concordar com José Milton  Andriguetto, que define as proteínas como o alfabeto dos aminoácidos.</p>
<p>As exigências e necessidades nutricionais dos peixes são diferentes  em função de vários fatores, tais quais: espécie, hábito alimentar, fase  de vida, estado fisiológico, temperatura e salinidade da água,  variabilidade das matérias-primas utilizadas no preparo das rações,  tecnologia de produção utilizada, metodologias experimentais empregadas  nas criações em cativeiro, condicionamento das espécies, etc.</p>
<p>Peixes criados em vida livre têm fontes naturais variadas de  nutrientes e alimentos e realizam busca seletiva, de acordo com sua  estrutura fisiológica e disponibilidade no habitat. Como nem sempre as  necessidades coincidem com a disponibilidade, pode haver carências.</p>
<p>O mesmo não se pode dizer em relação aos peixes criados em sistemas  fechados, nos quais há significativa redução das fontes naturais de  alimentos – cadeias alimentares equilibradas não se formam nesses  sistemas. Advém, principalmente desse fato, a necessidade de um correto  balanceamento da ração escolhida para alimentar peixes criados em  aquários.</p>
<p>Segundo estudos realizados, peixes são animais que necessitam de  menor quantidade de energia para manutenção do que animais terrestres  pelo fato de não regularem temperatura corpórea e estarem suscetíveis a  menos efeitos gravitacionais do que aqueles, além de aproveitarem melhor  do que os demais essa energia. Também têm capacidade de utilizar  proteína como fonte de energia de forma mais eficiente do que os  homeotermos terrestres.</p>
<p>No tocante às proteínas, pode-se dizer que constituem, juntamente  com lipídeos e açucares, a alimentação básica dos animais. Porém,  grandes quantidades de proteína não significam, necessariamente,  balanceamento correto dos aminoácidos, o que vale dizer que nem sempre  as rações com grandes quantidades de proteínas nutrem adequadamente.</p>
<p>Hoje se pode afirmar que peixes carnívoros exigem dietas mais ricas  em proteínas de origem animal – a proteína deverá fornecer de 40 a 55%  da energia dietética para os carnívoros (não confunda com proteína  bruta).<br />
Indivíduos em crescimento também exigem maiores quantidades de  proteína, já que gastam muito mais energia para manter o metabolismo  acelerado do crescimento. Na medida em que ocorre o crescimento do peso  corporal, ocorre a diminuição do processo metabólico – diminui o gasto  de energia e, consequentemente, há necessidade de menores quantidades de  alimentos.</p>
<p>Baixas temperaturas ocasionam a diminuição do apetite em algumas  espécies de peixes, já que ocorre a significativa diminuição do  metabolismo, mas normalmente não diminuem as exigências quantitativas de  proteína e energia. Não se pode deixar de alimentá-los durante esses  períodos, mas deve-se reduzir a quantidade de alimento oferecido em  viveiros externos, desprovidos de sistemas de aquecimento da água. Em  aquários, aquecedores e termostatos são uma solução eficiente. Essa  afirmação é questionável em relação a peixes tropicais submetidos a  baixas temperaturas, que poderão ter suas exigências nutricionais  alteradas nessas condições, para mais ou para menos, de acordo com  diversos fatores que poderão, ou não, exercer influência nesses casos.</p>
<p>Peixes submetidos ao estresse também tendem a necessitar de maiores  quantidades de proteína, principalmente em função da necessidade de  aminoácidos na multiplicação celular, já que as proteínas são,  essencialmente, substâncias constituintes de toda matéria viva e  formadas por cadeias de aminoácidos.<br />
Os peixes também gastam energia para regular a concentração osmótica  e iônica de seus corpos, já que estas diferem das concentrações do meio  em que vivem. Ambientes equilibrados para reduzir ao mínimo as  alterações que provocam essa situação são ideais. As trocas parciais  excessivas que não observam adequadamente todos os parâmetros da água na  reposição, removendo todos os sais do sistema, certamente afetarão o  controle eletrolítico dos peixes, fazendo com que percam íons para o  ambiente, ficando mais estressados e receptíveis à ação de enfermidades  oportunistas.</p>
<p>Há estudos que comprovam que a exigência de proteína em algumas  espécies é variável em função da quantidade e qualidade de energia  dietética, o que vale dizer, quanto mais gordura, menor a necessidade de  proteína para um mesmo efeito nutricional. Em algumas espécies, a  gordura é o maior combustível energético.</p>
<p>Por fim, sabe-se que técnicas de processamento têm influência direta  nos resultados. Métodos que utilizam aquecimento excessivo e inadequado  dos componentes das rações costumam reduzir o valor biológico das  proteínas (desnaturação irreversível).</p>
<p>Peixe com vitalidade é ativo, aproxima-se do vidro sempre que  percebe a presença de quem o alimenta. Mas isso é condicionamento. É  claro que não devemos alimentá-los todas as vezes que isso ocorrer  porque, ainda que comam tudo o que oferecermos, se o fizermos  espaçadamente, por diversas vezes ao dia, seu organismo não poderá  absorver nada além do necessário sem prejuízos de várias ordens,  inclusive para o ecossistema, afetando a qualidade de água e,  certamente, ocasionando mortes&#8230; Podemos dizer o mesmo em relação aos  peixes que são subalimentados – não atingirão seu aporte nutricional e  apresentarão sérios problemas, quando e se sobreviverem à fase juvenil.</p>
<p>O fato de os peixes não morrerem apesar de resistirem por longo  período sem alimentação não significa que não sofram prejuízos em seu  metabolismo e que não fiquem com seqüelas. Estão, nessas circunstâncias,  utilizando suas reservas de gordura.</p>
<p>O alimento balanceado é fundamental quando se quer preservar maior  número de indivíduos em sistemas de criação intensiva, já que garante  que todas as exigências nutricionais sejam atendidas e,  consequentemente, não haja grande mortalidade por deficiência  nutricional e canibalismo, entre outros fatores limitantes que ocorrem  na natureza.</p>
<p>Na produção profissional de peixes utiliza-se 3% do peso vivo diariamente, em ração balanceada.</p>
<p>Há, sim, a necessidade de preocupação com a quantidade de alimento,  com a qualidade deste alimento e com a velocidade que este alimento  “atravessa” o sistema digestório, já que, caso sua composição utilize  ingredientes dispensáveis, ou em quantidade excessiva às necessidades  nutricionais da espécie, o organismo os expelirá sem absorção e muito  rapidamente&#8230; nesse caso, então, teremos peixes famintos.</p>
<p><strong>Fontes de pesquisa: </strong><br />
<!-- m --></p>
<ul>
<li><a href="http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/proteinas.html">http://www.universitario.com.br/celo/to &#8230; einas.html</a></li>
<li><a href="http://www.icb.ufmg.br/%7Elbcd/grupo1/pag7.html">http://www.icb.ufmg.br/~lbcd/grupo1/pag7.html</a></li>
<li><a href="http://www.enq.ufsc.br/labs/probio/disc_eng_bioq/trabalhos_pos2003/const_microorg/proteinas.htm">http://www.enq.ufsc.br/labs/probio/disc &#8230; teinas.htm</a></li>
<li><a href="http://www.abrappesq.com.br/materia11.htm">http://www.abrappesq.com.br/materia11.htm</a></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><!-- m --> <!-- m --><!-- m --> <!-- m --><!-- m --> <!-- m --><!-- m --><br />
ITUASSU, Daniel Rabello, PEREIRA FILHO, Manoel, ROUBACH, Rodrigo et  al. Níveis de proteína bruta para juvenis de pirarucu. Pesq. agropec.  bras. [online]. mar. 2005, vol.40, no.3 [citado 30 Maio 2006],  p.255-259. Disponível na World Wide Web:  &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-204X2005000300009&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;.  ISSN 0100-204X.</p>
<p>Revista Alimentação Animal &#8211; Número 17 &#8211; Jan/Mar/2000<br />
Sindicato Nacional da Indústria Alimentação Animal<br />
SINDIRAÇÕES: R Claudio Soares, 160 – CEP 05422-030 – São Paulo-SP Tel: (11) 3031-3933/ Fax: 3032-9216<br />
E-mail: <!-- e --><a href="mailto:sindiracoes@uol.com.br">sindiracoes@uol.com.br</a><!-- e --></p>
<p>Rotta, Marco Aurélio: “Utilização da proteína e da energia pelos  peixes”. – Corumbá: Embrapa Pantanal, 2002. 24p, (Embrapa Pantanal.  Documentos, 40).</p>
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		<title>Vitamina C na dieta alimentar dos peixes &#8211; Importância</title>
		<link>http://www.poytara.com.br/blog/?p=19</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oi, pessoal ! Esse artigo é resultado de leituras de livros de nutrição, de aquarismo, ictiologia, de artigos científicos e também de muito empirismo, porque a prática demonstra o que a teoria explica, vocês sabem. Espero que esteja compreensível o suficiente para demonstrar a importância e necessidade das vitaminas na dieta dos peixes, nesse artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Oi, pessoal !</p>
<p>Esse artigo é resultado de leituras de livros de nutrição, de  aquarismo, ictiologia, de <strong>artigos</strong> científicos e também de muito  empirismo, porque a prática demonstra o que a teoria explica, vocês  sabem. Espero que esteja compreensível o suficiente para demonstrar a  importância e necessidade das vitaminas na dieta dos peixes, nesse  artigo específico, ressaltando a importância da vitamina C.</p>
<p><strong>A importância da Vitamina C na  dieta alimentar de peixes. </strong></p>
<p>A Vitamina C (ácido ascórbico) não pode ser sintetizada  satisfatoriamente pelos peixes, de forma que estes necessitam de  suplementação por meio de fonte dietética que forneça os níveis  fundamentais para a prevenção de diversos sinais clínicos de  deficiências, tais quais o crescimento reduzido, a falta de apetite e,  consequentemente, conversão alimentar prejudicada, deformidades  esqueléticas, deformidades no opérculo e nas cartilagens das brânquias,  anemia, hemorragia em vários órgãos, má ou nula reconstituição do tecido  eptelial comprometido por lesões, coloração escura, redução do  desempenho reprodutivo, da eclodibilidade dos ovos e sobrevivência das  larvas, exoftalmia, corrosão da nadadeira caudal, provavelmente também  dilatação da bexiga natatória, inflamação e hemorragia no sistema  gastrointestinal e, certamente, deficiências no sistema imunológico.</p>
<p>A Vitamina C desempenha papel fundamental nos sistemas oxidativos de  todos os seres vivos, combatendo radicais livres e moléculas de  oxigênio altamente reativas, responsáveis pelo desenvolvimento de  doenças de várias ordens, por sua característica marcante de agente  redutor potente mais disponível às células – seu principal papel  biológico. Atua também nas hidroxilações, daí sua importância na  manutenção do tecido conectivo e nas cicatrizações. Participa da síntese  de colágeno na matriz óssea, daí sua importância para a estrutura óssea  dos peixes. É rapidamente absorvida pela pele, nadadeira caudal,  cartilagens da cabeça e maxilar, nas cartilagens de suporte das  brânquias e nos ossos em geral, que são áreas de formação de colágeno.</p>
<p>Há estudos que relacionam deformidades da estrutura óssea dos peixes  à necessidade de destoxificação do organismo. Acúmulos de metais  pesados, matéria orgânica e demais poluentes, bem como a utilização de  xenobióticos, causam necessidade de aumentos consideráveis nos níveis de  Vitamina C para os peixes, na medida em que doses normais seriam  utilizadas apenas para compensar a destoxificação necessária à sanidade  destes seres, impedindo sua atuação no metabolismo do colágeno ósseo.  Diante disso, conclui-se que deformidades na estrutura óssea podem ser  indicadores de que o indivíduo está sendo submetido a ecossistemas  inadequados, poluídos, saturados, que ocasionam estresse contínuo e,  desta forma, utilizam para destoxificação toda a concentração de  Vitamina C oferecida pela dieta nutricional, desde que esta conte com o  correto balanceamento, ou simplesmente, que está sendo submetido à  dietas inadequadas, que não disponibilizam nem mesmo o fundamental.</p>
<p>A vitamina C também previne a anemia, na medida em que atua como  redutora do ferro para o estado ferroso, viabilizando sua absorção pelo  organismo e a síntese de hemoglobina.<br />
Associada à vitamina E, a vitamina C também promove benefícios, na  medida em que regenera a primeira para a sua forma funcional – além de  inúmeras funções fisiológicas, acumula a de um potente antioxidante  natural. A vitamina E também reduz o consumo da vitamina C pelos  organismos, garantindo maiores reservas. Alguns estudos demonstraram que  o uso consorciado entre as vitaminas C e E influenciam na sanidade das  brânquias de determinados peixes.</p>
<p>Peixes que recebem dieta alimentar com doses insuficientes de  vitamina C apresentam maior incidência de deformidades ósseas quando  alojados em ambientes com altas temperaturas, dadas ao baixo ponto de  fusão do colágeno sub-hidroxilado em relação ao colágeno normal.<br />
Sintomas de escorbuto podem estar relacionados às deficiências  imunológicas que impedem uma boa reação ao estresse metabólico, já que  este depende do perfeito funcionamento da glândula adrenal. Além disso,  contribui para essa incidência a reduzida capacidade de metabolização de  ácidos graxos (síntese de carnitina), comum em exemplares submetidos a  dietas inadequadas.<br />
A redução da concentração de carnitina no músculo, pode desencadear a  letargia e fadiga, que são sintomas iniciais indicadores desta  deficiência.</p>
<p>Como conseqüência do comprometimento do tecido eptelial, ósseo e  cartilaginoso, principalmente na região opercular, que se apresentará  curta e deformada, deixando parte das brânquias também afetadas e  expostas, haverá uma diminuição da tolerância de baixas condições de  oxigênio dissolvido. Isso se deve a maior dificuldade da extração do  oxigênio da água pelo peixe e a perda ou diminuição da eficiência de  bombeamento da água através das brânquias. Daí a necessidade de doses  corretas de Vitamina C nas rações oferecidas a peixes criados em sistema  intensivo, dadas as condições de altas densidades de estocagem a que  são submetidos nesses sistemas.</p>
<p>Assim como em todos os demais seres, não há, nos peixes, mecanismos  determinados de conservação da vitamina C, uma vez tratar-se de vitamina  hidrossolúvel. Seu período de duração no organismo está diretamente  relacionado ao peso corpóreo do ser em questão e da temperatura à qual  estará submetido. Alguns experimentos demonstraram que espécies  tropicais necessitam de menores quantidades de vitamina C do que  espécies de água fria, supostamente porque estas últimas estão expostas a  altas pressões de oxigênio e munidas de menor capacidade de transporte  deste gás, necessitando de proteções mais intensas de ácido ascórbico  contra os radicais livres gerados por seu metabolismo normal.</p>
<p>Em relação ao crescimento, a vitamina C tem papel fundamental, já  que sua função na metabolização do colágeno determina a formação do  esqueleto, composto basicamente por colágeno. Há indícios de que maiores  concentrações de vitamina C devam ser utilizadas durante a fase larval  até a juvenil, já que a necessidade desta vitamina parece decrescer na  fase adulta, uma vez que estará basicamente em período de manutenção de  estrutura corporal já constituída.</p>
<p>As principais funções da vitamina C na reprodução relacionam-se à  vitelogênese e embriogênese. Reprodutores submetidos à dietas  deficientes em vitamina C não transferirão, aos gametas, nutrientes  necessários durante a vitelogênese e a embriogênese. O desempenho  reprodutivo é seriamente comprometido por carências de vitamina C,  provocando diminuição dos ovócitos nas fêmeas, diminuição no peso úmido  dos ovos, da eclodibilidade destes, da taxa de sobrevivência dos  alevinos e aumentando deformidades nos sobreviventes, além de retardar,  nestes, a maturação gonadal e o desenvolvimento ovariano.</p>
<p>A vitamina C tem papel fundamental no sistema imunológico dos  peixes, auxiliando no restabelecimento e tratamento de doenças e na  resistência ao estresse, devido à sua capacidade de regeneração dos  tecidos, entre outros inúmeros benefícios já comprovados. Em situação de  estresse intenso, geralmente, a saúde dos peixes fica debilitada,  propensa a invasores patógenos causadores de infecções bacterianas. A  pele e o eptélio das membranas são os primeiros combatentes destes  agentes. Logo após a invasão do agente patógeno o sistema imunológico  entra em ação mediante resposta imediata dos leucócitos (glóbulos  brancos), destruidores dos invasores, dada a sua elevada atividade  fagocítica. Além disso, os leucócitos têm grande capacidade de  armazenagem de vitamina C no seu citosol, garantindo imunidade mesmo  depois de algum tempo sem suplementação dessa vitamina na dieta  alimentar.<br />
Juntamente com os aminoácidos sulfurados, a vitamina C é necessária  para a destituição da fibrina, colágeno e polissacarídeos nos vacúolos  que se formam para isolar os agentes patogênicos invasores pelos  lisossomos.</p>
<p>A concentração de vitamina C ideal nas rações balanceadas também  favorece a rápida recuperação de organismos debilitados e atua como  atenuante de estresse. É importante observar que as formas estabilizadas  e protegidas sofrem reduzidos efeitos durante os processos de  industrialização, de forma que devem ser utilizadas preferencialmente  pelos fabricantes que optem pelo correto balanceamento de seus  produtos.</p></div>
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		<title>Urucum &#8211; corante natural</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo, texto explicativo sobre o Urucum, direcionado para o anúncio da I I REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A CADEIA DE PRODUÇÃO DO URUCUM (Verifiquem Eventos): O urucuzeiro (Bixa orellana L.) cujo fruto é o urucum também conhecido como colorau, açafroa, achicote, achote, é um arbusto tropical perene, que pode atingir de dois a seis metros de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Abaixo, texto explicativo sobre o Urucum,  direcionado para o anúncio da <strong>I  I REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A CADEIA DE  PRODUÇÃO DO URUCUM</strong> (Verifiquem Eventos):</p>
<p>O urucuzeiro (Bixa orellana L.) cujo fruto é o urucum também  conhecido como colorau, açafroa, achicote, achote, é um arbusto tropical  perene, que pode atingir de dois a seis metros de altura. Folhas  alternas, simples, ovadas, longo-pecioladas, cordada ou truncada na  base, acuminadas no ápice, borda serrilhada. Inflorescências em  panículas terminais, com flores e coloração avermelhada, com cerca de 2  cm de comprimento, coberto de espinhos. Sementes recobertas por  pigmentos vermelhos. É originário da América tropical, possivelmente do  sudoeste da Amazônia que cresce espontaneamente, estendendo–se desde o  México até o Brasil e Argentina. Atualmente se distribui nos países  tropicais do novo e velho mundo. Trata-se de uma cultura que vem  conquistando cada vez mais importância econômica, uma vez que do  pericarpo da semente se extrai um corante natural (pigmento constituído  por vários carotenóides, predominando a bixina, a qual representa mais  de 80% dos carotenóides totais presentes) que vem despertando interesse  de indústrias de produtos cosméticos, farmacêuticos, textil e,  principalmente, de alimentos (coloríficos, salsicharia e massas  alimentícias) em face da crescente proibição da utilização de corantes  sintéticos em alimentos.<br />
Países como os Estados Unidos, Japão e Europa Ocidental, por lei  proíbem o consumo de alimentos que contenham corantes sintéticos, por  serem cancerígenos, intensificado a investigação das propriedades  bioquímicas dos corantes naturais. Dentre os corantes naturais, o urucum  é o segundo em importância econômica, sendo o Brasil, Peru e Quênia os  maiores produtores e exportadores de sementes de urucum.</p></div>
<div style="text-align: justify;">
A região da Alta Paulista é uma região de grande potencial no  cultivo do urucum, distribuído entre os municípios de Adamantina a  Panorama, sendo que a maior área plantada está distribuída entre os  municípios de Monte Castelo e Tupi Paulista com uma área de  aproximadamente, 1,7 mil hectares plantados com mais 1 milhão de pés em  fase de produção, envolvendo mais de 300 pequenos produtores,  carecterizando-se de agricultura familiar.<br />
Devido aos fatores climáticos favoráveis, como temperatura média  anual em torno de 25ºC e precipitação pluviométrica variando de 1.200 a  1800mm. Com período de estiagem nos meses de junho a agosto, dando  condições ideais ao cultivo e colheita do Urucum tornando-a propícia  para o desenvolvimento da cultura, que requer climas diversos,  preferentemente os do tipo quente e úmido, com temperaturas que variam  entre 20 e 30 ºC e precipitações anuais maiores que 1000 mm. Com  altitude ótima entre 100 e 800 m de altitude, temperaturas medias entre  20 e 26 ºC e um máximo de 3 meses de período seco, ou seja estações  bem  definidas. Pode-se adaptar a uma grande variedade de solos, crescendo  desde solos arenosos até argilosos, solos de pouca fertilidade natural,  com maiores rendimentos em solos bem drenados e com altos conteúdos de  matéria orgânica, condições favoráveis a uma variedade da Embrapa do  Pará, a Piave, porém existem também outras variedades na região como  bico de pato e  a peruana paulista.<br />
Os pigmentos extraídos das sementes de urucum são utilizados na  culinária brasileira desde os tempos mais remotos. Passando de cultura  extrativista para plantios comerciais, na década de 80, o urucum  tornou-se o pigmento natural mais utilizado pelas indústrias de  alimentos, sendo as sementes destinadas à produção de corantes líquidos e  coloríficos, em razão da variedade cultivada.</div>
<div style="text-align: justify;">
A importância econômica do cultivo do urucuzeiro deve-se às boas  perspectivas de mercado interno e externo, como conseqüência de  restrições ao uso de corantes artificiais nas indústrias alimentícias e  de cosméticos.<br />
Em vista dos fatos acima relacionados, o Departamento de  Descentralização do Desenvolvimento da Agência Paulista de Tecnologia  dos Agronegócios da Alta Paulista, através de sua unidade de  desenvolvimento e pesquisa de Adamantina (APTA Regional Alta Paulista),  órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São  Paulo, tem incrementado suas ações de geração e transferência de  tecnologia de pesquisas em prol do desenvolvimento estratégico do  agronegócio no Estado, em parceria com outras instituições da secretária  e apoio dos municípios da Alta Paulista.</div>
<div style="text-align: justify;">
Visando proporcionar geração de renda e oportunidades de trabalho  para o setor, as pesquisas desenvolvidas junto as Agências Regionais  levam em consideração as condições econômicas, sociais, climáticas e as  potencialidades de cada região. Com isso os pesquisadores transformam a  realidade regional e impulsionam o desenvolvimento sustentável no Estado  de São Paulo.</div>
<div style="text-align: justify;">
Sendo assim, tendo em vista a cadeia do Urucum como uma de suas  prioridades, nós, pesquisadores da APTA Regional Alta Paulista, vimos  através desta, convidá-lo a participar da I REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A  CADEIA DE PRODUÇÃO DO URUCUM, a ser realizada no dia 05 de dezembro de  2006 na cidade de Adamantina – SP, onde serão discutidas as  potencialidades da região, novas alternativas para o escoamento e  industrialização da produção de urucum.</div>
<div id="sig285" style="text-align: justify;"><strong>POYTARA &#8211; SUA MARCA BRASILEIRA DE  RAÇÃO ANIMAL !!!</strong></div>
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		<title>Dicas Para Diferenciar os Sexos do Acará Bandeira</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Pessoal ! Como sabemos diferenciar os sexos em peixes, muitas vezes chega a ser impossível. Neste topico vai algumas dicas de como diferenciar os sexos em Acarás-Bandeiras: Quando são jovens, é muito difícil de diferenciar,mas conforme os Bandeiras vão se desenvolvendo fica possível de se ver algumas diferenças: 1-)Geralmente as barbatanas dorsais e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Olá Pessoal !<br />
Como sabemos diferenciar os sexos em peixes, muitas vezes chega a  ser impossível.<br />
Neste topico vai algumas dicas de como diferenciar os sexos em  Acarás-Bandeiras:</p>
<p>Quando são jovens, é muito difícil de diferenciar,mas conforme os  Bandeiras vão se desenvolvendo fica possível de se ver algumas  diferenças:</p>
<p>1-)Geralmente as barbatanas dorsais e as que ficam próximos à  barriga(não estou me lembrando do nome) são de formas diferentes.<br />
2-)Os machos ficam maiores que as fêmeas e há algumas diferenças na  boca de ambos,ou seja, as fêmeas possuem a boca mais volumosa(carnuda) e  macho não. Vejam o exemplo:</p>
</div>
<div><strong>A fêmea. </strong><br />
<img src="http://i14.photobucket.com/albums/a337/Nakachima/2005_11100003.jpg" alt="Imagem" /></p>
<p><strong>O macho. </strong><br />
<img src="http://i14.photobucket.com/albums/a337/Nakachima/2005_11100002.jpg" alt="Imagem" /></p>
<p>Espero que estas dicas ajudem a Todos a diferenciar o Sexos de seus  Bandeiras</p>
</div>
<p><a href="http://cascudosmaniacos.com/forum/index.php" target="_blank">Cascudos  Maníacos</a></p>
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		<title>DOENÇAS DISCOS 1 &#8211; HEXAMITA</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HEXAMITA – TRATAMENTO E MÉTODOS DE EVITAR Por Marcelo Feitosa INTRODUÇÃO Uma das mais comuns doenças que afetam os discos é a causada por Hexamita ou Spironucleous. Os dois são protozoários flagelados que atacam o intestino dos peixes, sendo comum nos ciclídeos e mais perigosa nos discos. Os principais sintomas desta doença são: 1 – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>HEXAMITA – TRATAMENTO E MÉTODOS DE  EVITAR </strong><br />
Por Marcelo Feitosa</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO </strong></p>
<p>Uma das mais comuns doenças que afetam os discos é a causada por  Hexamita ou Spironucleous. Os dois são protozoários flagelados que  atacam o intestino dos peixes, sendo comum nos ciclídeos e mais perigosa  nos discos.<br />
Os principais sintomas desta doença são:</p>
<p>1 – Peixe chega próximo à comida e dá as costas (não come);<br />
2 – Fezes esbranquiçadas e gelatinosas, sendo às vezes bastante  compridas;<br />
3 – Peixe muito tímido, ficando a maior parte do tempo escondido;<br />
4 – Emagrecimento, primeiro notado no estomago e depois na cabeça  (afilamento da mesma).</p>
<p>Alguns especialistas ainda sugerem que a Hexamita está diretamente  relacionada a sindrome do “buraco na cabeça” (“hole in head”), não sendo  totalmente comprovado pois já li <strong>artigos</strong> em que o pesquisador  dissecou peixes com “buraco na cabeça” e não encontrou Hexamita em  alguns dos exemplares. Mais importante que isto é que a Hexamita  geralmente é um invasor secundário de peixes parasitados por vermes  intestinais ou platelmintos monogenóides (parasitas de brânquias).<br />
Os primeiros sintomas desta doença são as fezes brancas e  gelatinosas (podendo parecer tubos ocos e compridos), mesmo que o peixe  ainda esteja se alimentando. Geralmente aparece na introdução de novos  exemplares em nossos aquários quando não nos atentamos ao devido e  correto período de quarentena e de tratamento profilático.<br />
O tratamento contra este parasita é bastante simples, porém deve ser  feito rapidamente pois a infecção dos outros peixes ocorre rapidamente  caso eles ingiram fezes contaminadas.</p>
<p><strong>TRATAMENTO CURATIVO / PREVENTIVO </strong></p>
<p>Hexamita (e Spironucleous) é efetivamente tratado com Metronidazol  (princípio ativo contido no Flagyl, vendido em qualquer farmácia),  fármaco este utilizado para tratamento contra protozoários e bactérias. A  concentração utilizada é de 400mg para cada 60L de água e aumento da  temperatura (32 a 33°C), três tratamentos consecutivos com 5 dias de  intervalo entre os tratamentos. Os comprimidos devem ser amolecidos  previamente em água depois diluídos antes de serem colocados no aquário.  Também pode ser utilizado o comprimido genérico que é aproximadamente  metade do preço, entretanto prefiro o primeiro pois é mais fácil de  diluir e não deixa resíduos de seu revestimento (casca que o comprimido  possui para proteger o principio ativo)<br />
Felizmente o metronidazol não destrói a biologia do filtro, logo  pode ser colocado em aquário comunitário ou num aquário hospital;  entretanto aconselho retirar o exemplar que apresenta os sintomas e  tratá-lo em separado pois pode haver contaminação de outros discos  durante a alimentação, já que os mesmos possuem o hábito de  alimentarem-se no fundo e correm o risco de ingerir as fezes dos outros  peixes, mesmo os contaminados, piorando ainda mais a situação.<br />
O tratamento acima pode também ser feito, como medida profilática,  aos novos peixes no aquário de quarentena.<br />
Caso haja uma infestação generalizada, deve-se tratar o aquário  comunitário da mesma maneira. Ao final do tratamento deve-se efetuar uma  grande troca parcial (aproximadamente 50%).<br />
Em casos mais avançados o peixe emagrece tanto que acaba ficando  coma cabeça afilada. Nestes casos a recuperação é muito difícil e  necessariamente deve ser feita em separado (em um aquário hospital)  evitando que outros peixes se contaminem por Hexamita ou outras doenças  que o peixe possa apresentar pelo seu estado de debilidade.<br />
Deve-se destacar que o metronidazol não é vermífugo e não irá, de  modo algum, eliminar possíveis vermes dos peixes. O mesmo atua como  inibidor de alguns protozoários e alguns tipos de bactérias anaeróbicas  (é importante ler a bula do remédio). O tratamento com metronidazol deve  ser feito para eliminar (ou controlar) a ação da Hexamita e depois (ou  em conjunto) se pode fazer uma vermifugação do peixe com medicamento  mais adequado para este fim.</p>
<p><strong>EXPERIÊNCIA PESSOAL </strong></p>
<p>No meu início neste maravilhoso hobby cheguei a perder vários  exemplares por causa deste parasita (sendo esta a primeira doença de  discos que tive contato), porém nestes 4 anos de experiência como  criador pude notar que este protozoário dificilmente é transmitido pela  água e a contaminação está mais associada às fezes de peixes infectados  que podem ser comidas por outros discos. Como estes tem o hábito de se  alimentar no fundo, abocanham tudo o que é parecido com ração, muitas  vezes fazendo isto com fezes (já vi isto ocorrer várias vezes). Mesmo  que eles cuspam, é possível que o protozoário se instale no animal.<br />
Também pude notar que não aparece ao acaso. Se tudo estiver  estabilizado no aquário, alimentação adequada e balanceada, propriedades  químicas e físicas da água adequadas e estáveis, tudo estará ok. Este  problema (chuto que em mais de 95% dos casos) acontece quando da  introdução de novos exemplares sem o devido respeito ao período de  quarentena.<br />
Esta doença é relativamente fácil de ser curada porém, mais  confortante que isto, é que podemos evitá-la facilmente se houver  quarentena e tratamento preventivo adequado dos novos peixes.</p>
<p><strong>ACARÁS BANDEIRA, CASCUDOS E CORRIDORAS </strong></p>
<p>Atenção especial deve ser dada a estes peixes quando pensarmos em  colocá-los com discos. Estes podem carregar uma grande quantidade de  protozoários em seus intestinos sem qualquer dano. Todas medidas  profiláticas devem ser tomadas quando da aquisição destes peixes.</p>
<p><strong>CONSIDERAÇÃOES FINAIS </strong></p>
<p>Os comprimidos de Flagyl são vendidos em caixinhas com 24  comprimidos de 400mg cada ou 20 compridos de 250mg cada. Aconselho a  compra do primeiro (que possui 9,6g de metronidazol contra 5,0g do  segundo) porém a diferença de preços é pequena. O comprimido genérico  também é eficaz só que mais difícil de diluir pois são muito duros. Se  quiser utilizar, acelere a diluição quebrando o comprimido em vários  pedaços ou amassando eles e colocando em água morna (uns 35°C).<br />
Em algumas lojas de aquarismo ainda é possível encontrar o  metronidazol puro de um fabricante estrageiro porém não sei dizer se o  custo do mesmo é maior ou menor que o do medicamento adquirido nas  farmácias.</p>
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		<title>Poeciliidae (Poecilídeos) Ex: Lebistes, Espadas e Molis</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Lebiste/Guppy (Poecilia reticulata var.) Origem: América Central Sociabilidade: Grupo Comportamento: Pacífico Tamanho: 5cm ph: 7,3 Temperatura: 27°C Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e Poytara Tropicais. Plati (Xiphophorus maculatus) Origem: América Central Sociabilidade: Grupo Comportamento: Pacífico Tamanho: 6cm ph: 7,3 Temperatura: 25°C Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Lebiste/Guppy (Poecilia  reticulata var.) </strong><br />
<img src="http://i14.photobucket.com/albums/a337/Nakachima/Loja/2006_040830011206870050.jpg" alt="Imagem" /><br />
Origem: América Central<br />
Sociabilidade: Grupo<br />
Comportamento: Pacífico<br />
Tamanho: 5cm<br />
ph: 7,3<br />
Temperatura: 27°C<br />
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e  Poytara Tropicais.</p>
<p><strong>Plati (Xiphophorus maculatus) </strong><br />
<img src="http://i14.photobucket.com/albums/a337/Nakachima/Loja/2006_03050005.jpg" alt="Imagem" /><br />
Origem: América Central<br />
Sociabilidade: Grupo<br />
Comportamento: Pacífico<br />
Tamanho: 6cm<br />
ph: 7,3<br />
Temperatura: 25°C<br />
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e  Poytara Tropicais.</p>
<p><strong>Espada (Xiphophorus hellerii var.) </strong><br />
<img src="http://i14.photobucket.com/albums/a337/Nakachima/Loja/2006_040830011206870066.jpg" alt="Imagem" /><br />
Origem: América Central<br />
Sociabilidade: Grupo<br />
Comportamento: Pacífico<br />
Tamanho: 12cm<br />
ph: 7,3<br />
Temperatura: 25°C<br />
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e  Poytara Tropicais.</div>
<p><a href="http://cascudosmaniacos.com/forum/index.php" target="_blank"> Cascudos  Maníacos</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Melanotaenia</title>
		<link>http://www.poytara.com.br/blog/?p=5</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.poytara.com.br/site/blog/?p=5</guid>
		<description><![CDATA[Nome: Melanotaenia Origem: Nova Guiné Tamanho do peixe: 6 cm Tamanho do aquário: No minímo 50 litros pH : 7.0 (neutro) Temperatura: 26°C Melanotaenia (ou chamado por muitos de peixe arco-íris) é uma espécie muito bonita, pacífica e gosta de viver em grandes cardumes (como os neons, por ex.). É um peixe muito alegre e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Nome:</strong> Melanotaenia<br />
<strong>Origem:</strong> Nova Guiné</p>
<p><strong>Tamanho do peixe: </strong>6 cm<br />
<strong>Tamanho do aquário: </strong>No minímo 50 litros<br />
pH : 7.0 (neutro)<br />
Temperatura: 26°C</p>
<p>Melanotaenia (ou chamado por muitos de peixe  arco-íris) é uma espécie muito bonita, pacífica e gosta de viver em  grandes cardumes (como os neons, por ex.). É um peixe muito alegre e  rápido e quando colocados em aquários grandes se desenvolvem muito bem.  Gosta muito de aquários bem plantados e iluminados, principalmente pela  luz indireta do sol. Suas escamas formam uma espécie de espelho que  brilham e refletem sua coloração lilás, azul, verde, etc. Suas  nadadeiras ficam bem vermelhas quando estão em um ambiente equilibrado.  Comem de tudo, alimentação em farelo é uma indicada (Vitormônio por  exemplo), pois a boca deste peixe é pequena. Seus parceiros ideais  dentro de um aquário são: Dânio, Neon, Tanictis, e outros pacíficos, com  uma média de temperatura alta (variando entre 28 e 30 graus), vivem  muito bem juntamente com Labeos, Dânios, Neons, Moreas, Torpedinhos,  Borboletas, Tubarão Pictus, Colisas Lalia,.. e bem plantado. Enfim, a  Melanotaenia é uma peixe muito bonito, pacífico, rápido e muito  resistente, estando em grandes cardumes e num ambiente bem iluminado com  certeza será uma atração bela para pessoas que gostem de espécies  não-comuns e muito, muito bonitas.<br />
<img class="aligncenter" src="http://www.malawicichlidhomepage.com/other/melanotaenia2.jpg" alt="Imagem" /><br />
As diferenças entre fêmeas e machos não são tão  difíceis de observar. Como já foi dito, as nadadeiras (todas) da fêmea  tendem a ser mais amareladas/alaranjadas, mas em algumas podem chegar a  ser tão vermelhas quanto as dos machos. Nestes casos pode-se  distinguí-las deles pelo fato de que os machos possuem um corpo muito  mais alto, ovalado, formando uma espécie de &#8220;corcunda&#8221; logo atrás da  cabeça. Já o corpo da fêmea é muito mais estreito sem essa &#8220;corcunda&#8221;.  Como ocorre com outra espécie de Melanotaenia, a M. boesemani, é  possível observar em M. praecox uma faixa clara na testa e início da  &#8220;corcunda&#8221; do macho quando este corteja a fêmea. Esta mancha tem grande  contraste com a coloração azul de seu corpo e com certeza atrai qualquer  fêmea que se preze!</p>
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