Spirulina – o alimento do futuro!

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Para quem ainda não conhece as propriedades benéficas deste alimento funcional…vale a pena !

Spirulina – o alimento do futuro!

Cyanophyceae: Nostocales: Oscillatoriaceae
Spirulina sp.
Family: Trichome (filamentous structure) lacks heterocysts; with equal diameter throughout whole length; no hair-like structure; no branching.
Genus: (Illustrations of The Japanese Fresh-water Algae, 1977).
Foto: http://protist.i.hosei.ac.jp/PDB/Images … ina_2b.jpg

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Spirulina são microalgas unicelulares primitivas azuis-esverdeadas pertencentes à família Oscillatoriaceae. É um gênero de cianobactéria filamentosa helicoidal.

Alimento funcional de largo espectro, a espirulina ganhou o status de alimento do futuro quando se descobriu que produzia vinte vezes mais proteína, por acre, do que a fava de soja. A espirulina fornece mais nutrição, por acre, do que qualquer outro alimento já descoberto e encontrado no planeta até os dias atuais, estimando-se quantitativamente, os níveis protéicos, em 60 a 70% mais elevados do que nos demais alimentos.

Possui excelente digestibilidade por não possuir parede celulósica.

Cerca de 70% da matéria seca contém proteínas. Além disso, há grande concentração de vitaminas, minerais e outros nutrientes benéficos presentes nessa alga que ainda atua como um potente superantioxidante, antimutagênico e anticancerígeno. Estimulante imunológico em potencial, inibe viroses e infecções e promove vitalidade.

Concentrações em torno de 3 a 10g/dia de espirulina, utilizada como suplemento alimentar, fornecem extraordinárias quantidades de vitaminas B12, do complexo B, (B1, B2, B6), A, C, D, E, H, e K, minerais essenciais associados, carotenóides, ficocianinas, ácidos linolénicos, enzimas digestivas, nutrientes vegetais e funcionais que tem efeito bombástico na recuperação de organismos debilitados e desnutridos.

Este alimento está sendo pesquisado, atualmente, para o uso em sistemas de sustentação de vida bioregenerativa, para alimentar seres humanos em exploração do espaço cideral. Sabe-se que apresenta excelente digestibilidade e 85% das proteínas contidas pode ser absorvida pelo organismo humano.

Nome botanico – Spirulina maxima
Famiglia – Cyanophyta
Descrizione – Piccola alga monocellulare con forma a spirale. E’ diffusa soprattutto nelle acque dolci con temperatura mite.
Parte utilizzata – L’alga intera
Principi attivi – Proteine, aminoacdi, vitamine B, carotenoidi, acidi grassi essenziali.
Attività principali – Ricostituente, tonica, apporto di proteine.
Utilizzo – Magrezza, aumento massa muscolare, apporto di proteine.
Avvertenze – Nessuna in particolare.
Modalità d’uso – Polvere in capsule o compresse.
Foto: http://www.natural-space.com/public/spirulina.jpg

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Fontes de pesquisa:

Artigos agosto 13th 2010

Você sabe o que são alimentos funcionais?

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Alimentos funcionais:  definição e regulamentação

Por:  Patrícia de Carvalho Padilha
Especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA e em Terapia Nutricional pela UERJ. Membro do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ

Rosilene de Lima Pinheiro
Nutricionista do INCA, especialista em Nutrição Oncológica pelo INCA. Presidente do Comitê de Nutrição da SBNPE-RJ.

Diante de uma idéia de que os alimentos, caracterizados como uma mistura de substâncias químicas, são responsáveis pelo fornecimento de nutrientes essenciais, calorias e outros componentes fisiologicamente ativos para a vida e a saúde, emergem evidências científicas acerca de uma relação estritamente positiva entre a dieta e o seu papel no controle e prevenção de doenças 1 .

O binômio dieta-saúde representa um novo paradigma no estudo dos alimentos 1-3 . Portanto, neste contexto, surge a compreensão de que a alimentação adequada exerce um papel além do que fornecer energia e nutrientes essenciais, enfatizando também a importância dos constituintes não-nutrientes, que em associação, são identificados pela promoção de efeitos fisiológicos benéficos, podendo prevenir ou retardar doenças tais como as cardiovasculares, câncer, infecções intestinais, obesidade, dentre outras 1,2 .

Deste modo, os alimentos que contêm estas propriedades são denominados alimentos funcionais, nutracêuticos, alimentos planejados e outros sinônimos correlatos. Entretanto, o termo que melhor se adequa a categoria de alimentos fisiologicamente ativos é alimentos funcionais, considerando que “cêutico” recorda medicamentos e “planejados” sugere artificial ou sintético 1 .

O conceito de alimentos funcionais é amplo, e defende a suposição de que a dieta pode controlar e modular as variadas funções orgânicas, contribuindo para a manutenção da saúde e reduzindo o risco de acometimentos por morbidades 2 .

Atualmente, o efeito funcional de um alimento abrange não somente aqueles que, além do enfoque nutricional, exercem ações promotoras para o bom funcionamento do organismo, mas qualquer alimento ou ingredientes alimentares benéficos para o funcionamento orgânico 2 .

Roberfroid, em uma definição mais abrangente, sugere que os compostos bioativos, nutrientes ou não-nutrientes, contidos nos alimentos, são elementos que atuam diretamente neste processo 2 . Assim, o termo funcional (ou fisiológico) refere-se às conseqüências favoráveis da interação entre um componente alimentar e uma função orgânica, porém sem ser destinado a tratar ou curar doenças 4,5 .

A literatura referencia alguns critérios estabelecidos para determinação de um alimento funcional, tais como: exercer ação metabólica ou fisiológica que contribua para a saúde física e para a diminuição de morbidades crônicas; integrar a alimentação usual; os efeitos positivos devem ser obtidos em quantidades não tóxicas, perdurando mesmo após suspensão de sua ingestão; e, por fim, os alimentos funcionais não são destinados ao tratamento ou cura das doenças 2 .

O processo para a regulamentação dos alimentos funcionais diversifica-se mundialmente, variando de acordo com a legislação de cada país. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) propôs, em 1999, os regulamentos técnicos que estabelecem as diretrizes básicas para análise e comprovação de propriedades funcionais e/ou de saúde alegadas em rotulagem de alimentos, e o registro de alimentos, com essas características em sua rotulagem, respectivamente através das resoluções n.º 18 e 19, de 30/04/1999 6 .

De acordo com a definição contida nas presentes resoluções, para efeito do regulamento considera-se:

Alegação de propriedade funcional : é aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que uma substância (seja nutriente ou não) terá no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções normais do organismo humano 6 .

Alegação de propriedade de saúde : é aquela que afirma, sugere ou implica a existência de relação entre o alimento ou ingrediente com doença ou condição relacionada à saúde. Não são permitidas alegações de saúde que façam referência à cura ou prevenção de doenças 6 .

Os principais alimentos funcionais são: fibras, ácidos graxos n-3, fitoquímicos, peptídeos ativos (arginina e glutamina), prebióticos (inulina e oligofrutose ou frutooligossacarídeo), e os probióticos (lactobacilos acidófilos, casei, bulgárico e lactis) 2 .

É fato que a resposta do organismo à ingestão dos alimentos funcionais é dependente de fatores genéticos, fisiológicos e dietéticos, ou seja, decorrentes da interação dinâmica que ocorre entre a variedade de constituintes da dieta 2 . Então, os resultados dos ensaios experimentais e epidemiológicos sugerem que uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos podem potencializar esse processo 1,2 .

A ciência dos alimentos funcionais, apesar de bastante estudada e evidenciada sua relevância clínica, ainda requer investimentos científicos para melhor esclarecimento dos seus princípios ativos e/ou efeito funcional de alguns de seus componentes bioativos 2 .

As tendências atuais priorizam na contextualização do processo de qualidade em saúde, o enfoque à nutrição aperfeiçoada, objetivando melhor qualidade de vida. Neste panorama os alimentos funcionais emergem de forma bastante promissora, podendo prevenir ou retardar o início de doenças crônicas e auxiliar, desta forma, na redução dos custos da assistência à saúde 1 .

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1. BIDLACK, W.R; WANG, W. Planejamento de alimentos funcionais. In: SHILS,M.E et al. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença . 9 ed. Rio de Janeiro: Manole, 1999. p.1959-1970.

2. BORGES, V.C. Alimentos funcionais: prebióticos, probióticos, fitoquímicos e simbióticos. In: WAITZBERG, D.L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica . 3. ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2000. p.1495-1509.

3. KUCUK, O. New opportunities in chemoprevention. Cancer Investigation, v.20, n.2, p.237-245, 2002.

4. ROBERFROID, M. B. Functional effects of food components and the gastrointestinal system: chicory fructooligosaccharides. Nutrition Reviews , v.54 (suppl 2), p.38-42, Nov 1996.

5. DUGGAN, C.; GANNON, J.; WALKER, W.A. Protective nutrients and functional foods for the gastrointestinal tract. American Journal of Clinical Nutrition , v.71, p.861-872, 2000.

6. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 18, de 30 de abril de 1999 (republicada em 03/12/1999) e Resolução nº 19, de 30 de abril de 1999 (republicada em 10/12/1999).Disponível em:< http://www.anvisa.gov.br/>. Acesso em: 10/08/2003.

Artigos agosto 13th 2010

Proteínas e energia na dieta alimentar dos peixes

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Por:  Aristides Manso Figueiredo Junior.

Proteínas são moléculas essenciais para a manutenção dos organismos vivos em atividade e possuem diversas propriedades e funções, tais quais as funções enzimática, imunológica, hormonal, estrutural, nutritiva, coagulante e de transporte de moléculas pela corrente sanguínea. A degradação da proteína fornece os aminoácidos essenciais para as funções vitais dos organismos. Pode-se mesmo concordar com José Milton Andriguetto, que define as proteínas como o alfabeto dos aminoácidos.

As exigências e necessidades nutricionais dos peixes são diferentes em função de vários fatores, tais quais: espécie, hábito alimentar, fase de vida, estado fisiológico, temperatura e salinidade da água, variabilidade das matérias-primas utilizadas no preparo das rações, tecnologia de produção utilizada, metodologias experimentais empregadas nas criações em cativeiro, condicionamento das espécies, etc.

Peixes criados em vida livre têm fontes naturais variadas de nutrientes e alimentos e realizam busca seletiva, de acordo com sua estrutura fisiológica e disponibilidade no habitat. Como nem sempre as necessidades coincidem com a disponibilidade, pode haver carências.

O mesmo não se pode dizer em relação aos peixes criados em sistemas fechados, nos quais há significativa redução das fontes naturais de alimentos – cadeias alimentares equilibradas não se formam nesses sistemas. Advém, principalmente desse fato, a necessidade de um correto balanceamento da ração escolhida para alimentar peixes criados em aquários.

Segundo estudos realizados, peixes são animais que necessitam de menor quantidade de energia para manutenção do que animais terrestres pelo fato de não regularem temperatura corpórea e estarem suscetíveis a menos efeitos gravitacionais do que aqueles, além de aproveitarem melhor do que os demais essa energia. Também têm capacidade de utilizar proteína como fonte de energia de forma mais eficiente do que os homeotermos terrestres.

No tocante às proteínas, pode-se dizer que constituem, juntamente com lipídeos e açucares, a alimentação básica dos animais. Porém, grandes quantidades de proteína não significam, necessariamente, balanceamento correto dos aminoácidos, o que vale dizer que nem sempre as rações com grandes quantidades de proteínas nutrem adequadamente.

Hoje se pode afirmar que peixes carnívoros exigem dietas mais ricas em proteínas de origem animal – a proteína deverá fornecer de 40 a 55% da energia dietética para os carnívoros (não confunda com proteína bruta).
Indivíduos em crescimento também exigem maiores quantidades de proteína, já que gastam muito mais energia para manter o metabolismo acelerado do crescimento. Na medida em que ocorre o crescimento do peso corporal, ocorre a diminuição do processo metabólico – diminui o gasto de energia e, consequentemente, há necessidade de menores quantidades de alimentos.

Baixas temperaturas ocasionam a diminuição do apetite em algumas espécies de peixes, já que ocorre a significativa diminuição do metabolismo, mas normalmente não diminuem as exigências quantitativas de proteína e energia. Não se pode deixar de alimentá-los durante esses períodos, mas deve-se reduzir a quantidade de alimento oferecido em viveiros externos, desprovidos de sistemas de aquecimento da água. Em aquários, aquecedores e termostatos são uma solução eficiente. Essa afirmação é questionável em relação a peixes tropicais submetidos a baixas temperaturas, que poderão ter suas exigências nutricionais alteradas nessas condições, para mais ou para menos, de acordo com diversos fatores que poderão, ou não, exercer influência nesses casos.

Peixes submetidos ao estresse também tendem a necessitar de maiores quantidades de proteína, principalmente em função da necessidade de aminoácidos na multiplicação celular, já que as proteínas são, essencialmente, substâncias constituintes de toda matéria viva e formadas por cadeias de aminoácidos.
Os peixes também gastam energia para regular a concentração osmótica e iônica de seus corpos, já que estas diferem das concentrações do meio em que vivem. Ambientes equilibrados para reduzir ao mínimo as alterações que provocam essa situação são ideais. As trocas parciais excessivas que não observam adequadamente todos os parâmetros da água na reposição, removendo todos os sais do sistema, certamente afetarão o controle eletrolítico dos peixes, fazendo com que percam íons para o ambiente, ficando mais estressados e receptíveis à ação de enfermidades oportunistas.

Há estudos que comprovam que a exigência de proteína em algumas espécies é variável em função da quantidade e qualidade de energia dietética, o que vale dizer, quanto mais gordura, menor a necessidade de proteína para um mesmo efeito nutricional. Em algumas espécies, a gordura é o maior combustível energético.

Por fim, sabe-se que técnicas de processamento têm influência direta nos resultados. Métodos que utilizam aquecimento excessivo e inadequado dos componentes das rações costumam reduzir o valor biológico das proteínas (desnaturação irreversível).

Peixe com vitalidade é ativo, aproxima-se do vidro sempre que percebe a presença de quem o alimenta. Mas isso é condicionamento. É claro que não devemos alimentá-los todas as vezes que isso ocorrer porque, ainda que comam tudo o que oferecermos, se o fizermos espaçadamente, por diversas vezes ao dia, seu organismo não poderá absorver nada além do necessário sem prejuízos de várias ordens, inclusive para o ecossistema, afetando a qualidade de água e, certamente, ocasionando mortes… Podemos dizer o mesmo em relação aos peixes que são subalimentados – não atingirão seu aporte nutricional e apresentarão sérios problemas, quando e se sobreviverem à fase juvenil.

O fato de os peixes não morrerem apesar de resistirem por longo período sem alimentação não significa que não sofram prejuízos em seu metabolismo e que não fiquem com seqüelas. Estão, nessas circunstâncias, utilizando suas reservas de gordura.

O alimento balanceado é fundamental quando se quer preservar maior número de indivíduos em sistemas de criação intensiva, já que garante que todas as exigências nutricionais sejam atendidas e, consequentemente, não haja grande mortalidade por deficiência nutricional e canibalismo, entre outros fatores limitantes que ocorrem na natureza.

Na produção profissional de peixes utiliza-se 3% do peso vivo diariamente, em ração balanceada.

Há, sim, a necessidade de preocupação com a quantidade de alimento, com a qualidade deste alimento e com a velocidade que este alimento “atravessa” o sistema digestório, já que, caso sua composição utilize ingredientes dispensáveis, ou em quantidade excessiva às necessidades nutricionais da espécie, o organismo os expelirá sem absorção e muito rapidamente… nesse caso, então, teremos peixes famintos.

Fontes de pesquisa:


ITUASSU, Daniel Rabello, PEREIRA FILHO, Manoel, ROUBACH, Rodrigo et al. Níveis de proteína bruta para juvenis de pirarucu. Pesq. agropec. bras. [online]. mar. 2005, vol.40, no.3 [citado 30 Maio 2006], p.255-259. Disponível na World Wide Web: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2005000300009&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0100-204X.

Revista Alimentação Animal – Número 17 – Jan/Mar/2000
Sindicato Nacional da Indústria Alimentação Animal
SINDIRAÇÕES: R Claudio Soares, 160 – CEP 05422-030 – São Paulo-SP Tel: (11) 3031-3933/ Fax: 3032-9216
E-mail: sindiracoes@uol.com.br

Rotta, Marco Aurélio: “Utilização da proteína e da energia pelos peixes”. – Corumbá: Embrapa Pantanal, 2002. 24p, (Embrapa Pantanal. Documentos, 40).

Artigos agosto 13th 2010

Vitamina C na dieta alimentar dos peixes – Importância

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Oi, pessoal !

Esse artigo é resultado de leituras de livros de nutrição, de aquarismo, ictiologia, de artigos científicos e também de muito empirismo, porque a prática demonstra o que a teoria explica, vocês sabem. Espero que esteja compreensível o suficiente para demonstrar a importância e necessidade das vitaminas na dieta dos peixes, nesse artigo específico, ressaltando a importância da vitamina C.

A importância da Vitamina C na dieta alimentar de peixes.

A Vitamina C (ácido ascórbico) não pode ser sintetizada satisfatoriamente pelos peixes, de forma que estes necessitam de suplementação por meio de fonte dietética que forneça os níveis fundamentais para a prevenção de diversos sinais clínicos de deficiências, tais quais o crescimento reduzido, a falta de apetite e, consequentemente, conversão alimentar prejudicada, deformidades esqueléticas, deformidades no opérculo e nas cartilagens das brânquias, anemia, hemorragia em vários órgãos, má ou nula reconstituição do tecido eptelial comprometido por lesões, coloração escura, redução do desempenho reprodutivo, da eclodibilidade dos ovos e sobrevivência das larvas, exoftalmia, corrosão da nadadeira caudal, provavelmente também dilatação da bexiga natatória, inflamação e hemorragia no sistema gastrointestinal e, certamente, deficiências no sistema imunológico.

A Vitamina C desempenha papel fundamental nos sistemas oxidativos de todos os seres vivos, combatendo radicais livres e moléculas de oxigênio altamente reativas, responsáveis pelo desenvolvimento de doenças de várias ordens, por sua característica marcante de agente redutor potente mais disponível às células – seu principal papel biológico. Atua também nas hidroxilações, daí sua importância na manutenção do tecido conectivo e nas cicatrizações. Participa da síntese de colágeno na matriz óssea, daí sua importância para a estrutura óssea dos peixes. É rapidamente absorvida pela pele, nadadeira caudal, cartilagens da cabeça e maxilar, nas cartilagens de suporte das brânquias e nos ossos em geral, que são áreas de formação de colágeno.

Há estudos que relacionam deformidades da estrutura óssea dos peixes à necessidade de destoxificação do organismo. Acúmulos de metais pesados, matéria orgânica e demais poluentes, bem como a utilização de xenobióticos, causam necessidade de aumentos consideráveis nos níveis de Vitamina C para os peixes, na medida em que doses normais seriam utilizadas apenas para compensar a destoxificação necessária à sanidade destes seres, impedindo sua atuação no metabolismo do colágeno ósseo. Diante disso, conclui-se que deformidades na estrutura óssea podem ser indicadores de que o indivíduo está sendo submetido a ecossistemas inadequados, poluídos, saturados, que ocasionam estresse contínuo e, desta forma, utilizam para destoxificação toda a concentração de Vitamina C oferecida pela dieta nutricional, desde que esta conte com o correto balanceamento, ou simplesmente, que está sendo submetido à dietas inadequadas, que não disponibilizam nem mesmo o fundamental.

A vitamina C também previne a anemia, na medida em que atua como redutora do ferro para o estado ferroso, viabilizando sua absorção pelo organismo e a síntese de hemoglobina.
Associada à vitamina E, a vitamina C também promove benefícios, na medida em que regenera a primeira para a sua forma funcional – além de inúmeras funções fisiológicas, acumula a de um potente antioxidante natural. A vitamina E também reduz o consumo da vitamina C pelos organismos, garantindo maiores reservas. Alguns estudos demonstraram que o uso consorciado entre as vitaminas C e E influenciam na sanidade das brânquias de determinados peixes.

Peixes que recebem dieta alimentar com doses insuficientes de vitamina C apresentam maior incidência de deformidades ósseas quando alojados em ambientes com altas temperaturas, dadas ao baixo ponto de fusão do colágeno sub-hidroxilado em relação ao colágeno normal.
Sintomas de escorbuto podem estar relacionados às deficiências imunológicas que impedem uma boa reação ao estresse metabólico, já que este depende do perfeito funcionamento da glândula adrenal. Além disso, contribui para essa incidência a reduzida capacidade de metabolização de ácidos graxos (síntese de carnitina), comum em exemplares submetidos a dietas inadequadas.
A redução da concentração de carnitina no músculo, pode desencadear a letargia e fadiga, que são sintomas iniciais indicadores desta deficiência.

Como conseqüência do comprometimento do tecido eptelial, ósseo e cartilaginoso, principalmente na região opercular, que se apresentará curta e deformada, deixando parte das brânquias também afetadas e expostas, haverá uma diminuição da tolerância de baixas condições de oxigênio dissolvido. Isso se deve a maior dificuldade da extração do oxigênio da água pelo peixe e a perda ou diminuição da eficiência de bombeamento da água através das brânquias. Daí a necessidade de doses corretas de Vitamina C nas rações oferecidas a peixes criados em sistema intensivo, dadas as condições de altas densidades de estocagem a que são submetidos nesses sistemas.

Assim como em todos os demais seres, não há, nos peixes, mecanismos determinados de conservação da vitamina C, uma vez tratar-se de vitamina hidrossolúvel. Seu período de duração no organismo está diretamente relacionado ao peso corpóreo do ser em questão e da temperatura à qual estará submetido. Alguns experimentos demonstraram que espécies tropicais necessitam de menores quantidades de vitamina C do que espécies de água fria, supostamente porque estas últimas estão expostas a altas pressões de oxigênio e munidas de menor capacidade de transporte deste gás, necessitando de proteções mais intensas de ácido ascórbico contra os radicais livres gerados por seu metabolismo normal.

Em relação ao crescimento, a vitamina C tem papel fundamental, já que sua função na metabolização do colágeno determina a formação do esqueleto, composto basicamente por colágeno. Há indícios de que maiores concentrações de vitamina C devam ser utilizadas durante a fase larval até a juvenil, já que a necessidade desta vitamina parece decrescer na fase adulta, uma vez que estará basicamente em período de manutenção de estrutura corporal já constituída.

As principais funções da vitamina C na reprodução relacionam-se à vitelogênese e embriogênese. Reprodutores submetidos à dietas deficientes em vitamina C não transferirão, aos gametas, nutrientes necessários durante a vitelogênese e a embriogênese. O desempenho reprodutivo é seriamente comprometido por carências de vitamina C, provocando diminuição dos ovócitos nas fêmeas, diminuição no peso úmido dos ovos, da eclodibilidade destes, da taxa de sobrevivência dos alevinos e aumentando deformidades nos sobreviventes, além de retardar, nestes, a maturação gonadal e o desenvolvimento ovariano.

A vitamina C tem papel fundamental no sistema imunológico dos peixes, auxiliando no restabelecimento e tratamento de doenças e na resistência ao estresse, devido à sua capacidade de regeneração dos tecidos, entre outros inúmeros benefícios já comprovados. Em situação de estresse intenso, geralmente, a saúde dos peixes fica debilitada, propensa a invasores patógenos causadores de infecções bacterianas. A pele e o eptélio das membranas são os primeiros combatentes destes agentes. Logo após a invasão do agente patógeno o sistema imunológico entra em ação mediante resposta imediata dos leucócitos (glóbulos brancos), destruidores dos invasores, dada a sua elevada atividade fagocítica. Além disso, os leucócitos têm grande capacidade de armazenagem de vitamina C no seu citosol, garantindo imunidade mesmo depois de algum tempo sem suplementação dessa vitamina na dieta alimentar.
Juntamente com os aminoácidos sulfurados, a vitamina C é necessária para a destituição da fibrina, colágeno e polissacarídeos nos vacúolos que se formam para isolar os agentes patogênicos invasores pelos lisossomos.

A concentração de vitamina C ideal nas rações balanceadas também favorece a rápida recuperação de organismos debilitados e atua como atenuante de estresse. É importante observar que as formas estabilizadas e protegidas sofrem reduzidos efeitos durante os processos de industrialização, de forma que devem ser utilizadas preferencialmente pelos fabricantes que optem pelo correto balanceamento de seus produtos.

Artigos junho 23rd 2010

Urucum – corante natural

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Abaixo, texto explicativo sobre o Urucum, direcionado para o anúncio da I I REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A CADEIA DE PRODUÇÃO DO URUCUM (Verifiquem Eventos):

O urucuzeiro (Bixa orellana L.) cujo fruto é o urucum também conhecido como colorau, açafroa, achicote, achote, é um arbusto tropical perene, que pode atingir de dois a seis metros de altura. Folhas alternas, simples, ovadas, longo-pecioladas, cordada ou truncada na base, acuminadas no ápice, borda serrilhada. Inflorescências em panículas terminais, com flores e coloração avermelhada, com cerca de 2 cm de comprimento, coberto de espinhos. Sementes recobertas por pigmentos vermelhos. É originário da América tropical, possivelmente do sudoeste da Amazônia que cresce espontaneamente, estendendo–se desde o México até o Brasil e Argentina. Atualmente se distribui nos países tropicais do novo e velho mundo. Trata-se de uma cultura que vem conquistando cada vez mais importância econômica, uma vez que do pericarpo da semente se extrai um corante natural (pigmento constituído por vários carotenóides, predominando a bixina, a qual representa mais de 80% dos carotenóides totais presentes) que vem despertando interesse de indústrias de produtos cosméticos, farmacêuticos, textil e, principalmente, de alimentos (coloríficos, salsicharia e massas alimentícias) em face da crescente proibição da utilização de corantes sintéticos em alimentos.
Países como os Estados Unidos, Japão e Europa Ocidental, por lei proíbem o consumo de alimentos que contenham corantes sintéticos, por serem cancerígenos, intensificado a investigação das propriedades bioquímicas dos corantes naturais. Dentre os corantes naturais, o urucum é o segundo em importância econômica, sendo o Brasil, Peru e Quênia os maiores produtores e exportadores de sementes de urucum.

A região da Alta Paulista é uma região de grande potencial no cultivo do urucum, distribuído entre os municípios de Adamantina a Panorama, sendo que a maior área plantada está distribuída entre os municípios de Monte Castelo e Tupi Paulista com uma área de aproximadamente, 1,7 mil hectares plantados com mais 1 milhão de pés em fase de produção, envolvendo mais de 300 pequenos produtores, carecterizando-se de agricultura familiar.
Devido aos fatores climáticos favoráveis, como temperatura média anual em torno de 25ºC e precipitação pluviométrica variando de 1.200 a 1800mm. Com período de estiagem nos meses de junho a agosto, dando condições ideais ao cultivo e colheita do Urucum tornando-a propícia para o desenvolvimento da cultura, que requer climas diversos, preferentemente os do tipo quente e úmido, com temperaturas que variam entre 20 e 30 ºC e precipitações anuais maiores que 1000 mm. Com altitude ótima entre 100 e 800 m de altitude, temperaturas medias entre 20 e 26 ºC e um máximo de 3 meses de período seco, ou seja estações bem definidas. Pode-se adaptar a uma grande variedade de solos, crescendo desde solos arenosos até argilosos, solos de pouca fertilidade natural, com maiores rendimentos em solos bem drenados e com altos conteúdos de matéria orgânica, condições favoráveis a uma variedade da Embrapa do Pará, a Piave, porém existem também outras variedades na região como bico de pato e a peruana paulista.
Os pigmentos extraídos das sementes de urucum são utilizados na culinária brasileira desde os tempos mais remotos. Passando de cultura extrativista para plantios comerciais, na década de 80, o urucum tornou-se o pigmento natural mais utilizado pelas indústrias de alimentos, sendo as sementes destinadas à produção de corantes líquidos e coloríficos, em razão da variedade cultivada.
A importância econômica do cultivo do urucuzeiro deve-se às boas perspectivas de mercado interno e externo, como conseqüência de restrições ao uso de corantes artificiais nas indústrias alimentícias e de cosméticos.
Em vista dos fatos acima relacionados, o Departamento de Descentralização do Desenvolvimento da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Alta Paulista, através de sua unidade de desenvolvimento e pesquisa de Adamantina (APTA Regional Alta Paulista), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tem incrementado suas ações de geração e transferência de tecnologia de pesquisas em prol do desenvolvimento estratégico do agronegócio no Estado, em parceria com outras instituições da secretária e apoio dos municípios da Alta Paulista.
Visando proporcionar geração de renda e oportunidades de trabalho para o setor, as pesquisas desenvolvidas junto as Agências Regionais levam em consideração as condições econômicas, sociais, climáticas e as potencialidades de cada região. Com isso os pesquisadores transformam a realidade regional e impulsionam o desenvolvimento sustentável no Estado de São Paulo.
Sendo assim, tendo em vista a cadeia do Urucum como uma de suas prioridades, nós, pesquisadores da APTA Regional Alta Paulista, vimos através desta, convidá-lo a participar da I REUNIÃO TÉCNICA SOBRE A CADEIA DE PRODUÇÃO DO URUCUM, a ser realizada no dia 05 de dezembro de 2006 na cidade de Adamantina – SP, onde serão discutidas as potencialidades da região, novas alternativas para o escoamento e industrialização da produção de urucum.
POYTARA – SUA MARCA BRASILEIRA DE RAÇÃO ANIMAL !!!
Artigos junho 23rd 2010

Dicas Para Diferenciar os Sexos do Acará Bandeira

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Olá Pessoal !
Como sabemos diferenciar os sexos em peixes, muitas vezes chega a ser impossível.
Neste topico vai algumas dicas de como diferenciar os sexos em Acarás-Bandeiras:

Quando são jovens, é muito difícil de diferenciar,mas conforme os Bandeiras vão se desenvolvendo fica possível de se ver algumas diferenças:

1-)Geralmente as barbatanas dorsais e as que ficam próximos à barriga(não estou me lembrando do nome) são de formas diferentes.
2-)Os machos ficam maiores que as fêmeas e há algumas diferenças na boca de ambos,ou seja, as fêmeas possuem a boca mais volumosa(carnuda) e macho não. Vejam o exemplo:

A fêmea.
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O macho.
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Espero que estas dicas ajudem a Todos a diferenciar o Sexos de seus Bandeiras

Cascudos Maníacos

Artigos junho 23rd 2010

DOENÇAS DISCOS 1 – HEXAMITA

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HEXAMITA – TRATAMENTO E MÉTODOS DE EVITAR
Por Marcelo Feitosa

INTRODUÇÃO

Uma das mais comuns doenças que afetam os discos é a causada por Hexamita ou Spironucleous. Os dois são protozoários flagelados que atacam o intestino dos peixes, sendo comum nos ciclídeos e mais perigosa nos discos.
Os principais sintomas desta doença são:

1 – Peixe chega próximo à comida e dá as costas (não come);
2 – Fezes esbranquiçadas e gelatinosas, sendo às vezes bastante compridas;
3 – Peixe muito tímido, ficando a maior parte do tempo escondido;
4 – Emagrecimento, primeiro notado no estomago e depois na cabeça (afilamento da mesma).

Alguns especialistas ainda sugerem que a Hexamita está diretamente relacionada a sindrome do “buraco na cabeça” (“hole in head”), não sendo totalmente comprovado pois já li artigos em que o pesquisador dissecou peixes com “buraco na cabeça” e não encontrou Hexamita em alguns dos exemplares. Mais importante que isto é que a Hexamita geralmente é um invasor secundário de peixes parasitados por vermes intestinais ou platelmintos monogenóides (parasitas de brânquias).
Os primeiros sintomas desta doença são as fezes brancas e gelatinosas (podendo parecer tubos ocos e compridos), mesmo que o peixe ainda esteja se alimentando. Geralmente aparece na introdução de novos exemplares em nossos aquários quando não nos atentamos ao devido e correto período de quarentena e de tratamento profilático.
O tratamento contra este parasita é bastante simples, porém deve ser feito rapidamente pois a infecção dos outros peixes ocorre rapidamente caso eles ingiram fezes contaminadas.

TRATAMENTO CURATIVO / PREVENTIVO

Hexamita (e Spironucleous) é efetivamente tratado com Metronidazol (princípio ativo contido no Flagyl, vendido em qualquer farmácia), fármaco este utilizado para tratamento contra protozoários e bactérias. A concentração utilizada é de 400mg para cada 60L de água e aumento da temperatura (32 a 33°C), três tratamentos consecutivos com 5 dias de intervalo entre os tratamentos. Os comprimidos devem ser amolecidos previamente em água depois diluídos antes de serem colocados no aquário. Também pode ser utilizado o comprimido genérico que é aproximadamente metade do preço, entretanto prefiro o primeiro pois é mais fácil de diluir e não deixa resíduos de seu revestimento (casca que o comprimido possui para proteger o principio ativo)
Felizmente o metronidazol não destrói a biologia do filtro, logo pode ser colocado em aquário comunitário ou num aquário hospital; entretanto aconselho retirar o exemplar que apresenta os sintomas e tratá-lo em separado pois pode haver contaminação de outros discos durante a alimentação, já que os mesmos possuem o hábito de alimentarem-se no fundo e correm o risco de ingerir as fezes dos outros peixes, mesmo os contaminados, piorando ainda mais a situação.
O tratamento acima pode também ser feito, como medida profilática, aos novos peixes no aquário de quarentena.
Caso haja uma infestação generalizada, deve-se tratar o aquário comunitário da mesma maneira. Ao final do tratamento deve-se efetuar uma grande troca parcial (aproximadamente 50%).
Em casos mais avançados o peixe emagrece tanto que acaba ficando coma cabeça afilada. Nestes casos a recuperação é muito difícil e necessariamente deve ser feita em separado (em um aquário hospital) evitando que outros peixes se contaminem por Hexamita ou outras doenças que o peixe possa apresentar pelo seu estado de debilidade.
Deve-se destacar que o metronidazol não é vermífugo e não irá, de modo algum, eliminar possíveis vermes dos peixes. O mesmo atua como inibidor de alguns protozoários e alguns tipos de bactérias anaeróbicas (é importante ler a bula do remédio). O tratamento com metronidazol deve ser feito para eliminar (ou controlar) a ação da Hexamita e depois (ou em conjunto) se pode fazer uma vermifugação do peixe com medicamento mais adequado para este fim.

EXPERIÊNCIA PESSOAL

No meu início neste maravilhoso hobby cheguei a perder vários exemplares por causa deste parasita (sendo esta a primeira doença de discos que tive contato), porém nestes 4 anos de experiência como criador pude notar que este protozoário dificilmente é transmitido pela água e a contaminação está mais associada às fezes de peixes infectados que podem ser comidas por outros discos. Como estes tem o hábito de se alimentar no fundo, abocanham tudo o que é parecido com ração, muitas vezes fazendo isto com fezes (já vi isto ocorrer várias vezes). Mesmo que eles cuspam, é possível que o protozoário se instale no animal.
Também pude notar que não aparece ao acaso. Se tudo estiver estabilizado no aquário, alimentação adequada e balanceada, propriedades químicas e físicas da água adequadas e estáveis, tudo estará ok. Este problema (chuto que em mais de 95% dos casos) acontece quando da introdução de novos exemplares sem o devido respeito ao período de quarentena.
Esta doença é relativamente fácil de ser curada porém, mais confortante que isto, é que podemos evitá-la facilmente se houver quarentena e tratamento preventivo adequado dos novos peixes.

ACARÁS BANDEIRA, CASCUDOS E CORRIDORAS

Atenção especial deve ser dada a estes peixes quando pensarmos em colocá-los com discos. Estes podem carregar uma grande quantidade de protozoários em seus intestinos sem qualquer dano. Todas medidas profiláticas devem ser tomadas quando da aquisição destes peixes.

CONSIDERAÇÃOES FINAIS

Os comprimidos de Flagyl são vendidos em caixinhas com 24 comprimidos de 400mg cada ou 20 compridos de 250mg cada. Aconselho a compra do primeiro (que possui 9,6g de metronidazol contra 5,0g do segundo) porém a diferença de preços é pequena. O comprimido genérico também é eficaz só que mais difícil de diluir pois são muito duros. Se quiser utilizar, acelere a diluição quebrando o comprimido em vários pedaços ou amassando eles e colocando em água morna (uns 35°C).
Em algumas lojas de aquarismo ainda é possível encontrar o metronidazol puro de um fabricante estrageiro porém não sei dizer se o custo do mesmo é maior ou menor que o do medicamento adquirido nas farmácias.

Artigos junho 23rd 2010

Poeciliidae (Poecilídeos) Ex: Lebistes, Espadas e Molis

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Lebiste/Guppy (Poecilia reticulata var.)
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Origem: América Central
Sociabilidade: Grupo
Comportamento: Pacífico
Tamanho: 5cm
ph: 7,3
Temperatura: 27°C
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e Poytara Tropicais.

Plati (Xiphophorus maculatus)
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Origem: América Central
Sociabilidade: Grupo
Comportamento: Pacífico
Tamanho: 6cm
ph: 7,3
Temperatura: 25°C
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e Poytara Tropicais.

Espada (Xiphophorus hellerii var.)
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Origem: América Central
Sociabilidade: Grupo
Comportamento: Pacífico
Tamanho: 12cm
ph: 7,3
Temperatura: 25°C
Tipo de Alimentação e Ração Recomendada: Onívoro, Poytara Spirulina e Poytara Tropicais.

Cascudos Maníacos

Artigos junho 23rd 2010

Melanotaenia

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Nome: Melanotaenia
Origem: Nova Guiné

Tamanho do peixe: 6 cm
Tamanho do aquário: No minímo 50 litros
pH : 7.0 (neutro)
Temperatura: 26°C

Melanotaenia (ou chamado por muitos de peixe arco-íris) é uma espécie muito bonita, pacífica e gosta de viver em grandes cardumes (como os neons, por ex.). É um peixe muito alegre e rápido e quando colocados em aquários grandes se desenvolvem muito bem. Gosta muito de aquários bem plantados e iluminados, principalmente pela luz indireta do sol. Suas escamas formam uma espécie de espelho que brilham e refletem sua coloração lilás, azul, verde, etc. Suas nadadeiras ficam bem vermelhas quando estão em um ambiente equilibrado. Comem de tudo, alimentação em farelo é uma indicada (Vitormônio por exemplo), pois a boca deste peixe é pequena. Seus parceiros ideais dentro de um aquário são: Dânio, Neon, Tanictis, e outros pacíficos, com uma média de temperatura alta (variando entre 28 e 30 graus), vivem muito bem juntamente com Labeos, Dânios, Neons, Moreas, Torpedinhos, Borboletas, Tubarão Pictus, Colisas Lalia,.. e bem plantado. Enfim, a Melanotaenia é uma peixe muito bonito, pacífico, rápido e muito resistente, estando em grandes cardumes e num ambiente bem iluminado com certeza será uma atração bela para pessoas que gostem de espécies não-comuns e muito, muito bonitas.
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As diferenças entre fêmeas e machos não são tão difíceis de observar. Como já foi dito, as nadadeiras (todas) da fêmea tendem a ser mais amareladas/alaranjadas, mas em algumas podem chegar a ser tão vermelhas quanto as dos machos. Nestes casos pode-se distinguí-las deles pelo fato de que os machos possuem um corpo muito mais alto, ovalado, formando uma espécie de “corcunda” logo atrás da cabeça. Já o corpo da fêmea é muito mais estreito sem essa “corcunda”. Como ocorre com outra espécie de Melanotaenia, a M. boesemani, é possível observar em M. praecox uma faixa clara na testa e início da “corcunda” do macho quando este corteja a fêmea. Esta mancha tem grande contraste com a coloração azul de seu corpo e com certeza atrai qualquer fêmea que se preze!

Artigos junho 23rd 2010